terça-feira, agosto 28, 2018

Amuras

Amuras (M Editora 2018)
Vita Martínez Vérez

Vita Martínez Vérez es doctora en sociología por la Universidad de A Coruña, diplomada en trabajo social y licenciada por las Universidades de Santiago de Compostela y Pontificia de Salamanca.
Actualmente investiga los procesos de alteridad en el campo de educación, desde la poesía corporal que la envuelve.
La fragilidad y la permanencia se abrazan a ella, permitiendo la aparición de nuevos lenguajes humanos que son lugar.
Sus alumnas la llaman Mujer Arena y murmuran enamoramiento entre ella y el Mar. A Vita, se le escapa el amor sin querer, dicen, y es cierto.




La idea levisiana de la alteridad impregna la Amura propuesta por Vita Martínez a lo largo de los poemas aforísticos que dibuja su corporalidad.
Desde la identidad que habita y es habitada, hasta el cuerpo a cuerpo que supone nacer y morir, pasando por la voz del silencio y la palabra.
Si existiese un lugar para declinar el pronombre, sería este poemario, desnudo de pretextos y cargado de intenciones.
Un Yo.
Un Tú.
Que admiran la frontera del Otro y la pared del encuentro forjada en el (Con) texto del Nos‐Otros construido.
Nada...
Todo...
Podéis verbar en infinitivo.
Esa palabra

quinta-feira, agosto 16, 2018

Crowdfunding Barata minha barata


"Barata minha barata" é o segundo livro de Alberte Momán Noval publicado pela Livros de Ontem.
Depois de abraçar o surrealismo, de adaptar para a literatura estilos musicais como o Psychobilly, Alberte Momán Noval achega, neste novo romance, uma mistura de toda essa bagagem para incidir numa fantasia súcia desenvolta numa sociedade distópica. Traz para a fronte o invisível numa história de vidas cruzadas de personagens que padecem, mesmo sem serem realmente conscientes, as consequências de não ser donos da sua própria vida.


NOTA:O livro terá o valor de 10€ durante a campanha de crowdfunding e de 12€ após o fecho da mesma.
Escolha o pacote de recompensas que desejar e descubra todas as ofertas exclusivas que temos para si!
Uma publicação Livros de Ontem.
Texto de Alberte Momán Noval.
Edição e revisão de João Batista | Livros de Ontem.
Projecto gráfico de Nádia Amante | Livros de Ontem.
1ª edição limitada a 200 exemplares.
Todos os exemplares são numerados e assinados.
www.livrosdeontem.pt
www.facebook.com/livrosdeontem
www.instagram.com/livrosdeontem

https://www.pinterest.com/livrosdeontem

Sobre o promotor

Alberte Momán Noval, nascido em Ferrol (Galiza) nos 1976. Começou a experimentar com a escrita por uma necessidade vital de contar tudo o que estava a acontecer ao seu redor. Passou pelo filtro da sua olhada, sempre subjectiva, os acontecimentos que marcaram as distintas etapas da sua vida, materializando esses pensamentos em diferentes obras em prosa e verso, somando até hoje mais de uma dúzia de livros, muitos deles como fruto de diversos prémios literários. Cumprida essa necessidade de contar e com a companhia das leituras que sempre viajaram na mala do meu subconsciente, decidiu introduzir-se no mundo da edição, criando duas editoras, "O Figurante e Emerxente, editando, como era natural, nas distintas falas do galego-português.
Depois de todos estes anos ligado ao mundo das letras, guarda na memória e na pele os momentos vividos e que, entre outros, o uniram a Portugal, com a participação em diferentes actos ligados àquela comunidade, ainda muito presente para o autor pelas grandes amizades que, apesar da distância, sempre fictícia, estão muito perto.
Este é o segundo livro que lança com a editora Livros de Ontem, sendo o primeiro "A chuva que derrete o mármore até chegar ao cadáver".

Orçamento e prazos

Ao publicar os seus livros através de Crowdpublishing, a Livros de Ontem tem a oportunidade de apostar em novos autores, de arriscar novos conceitos e desafios, de melhorar a qualidade das suas leituras e de remunerar melhor o trabalho dos escritores.
Assim, a Livros de Ontem não faz qualquer lucro directo das suas campanhas de Crowdpublishing. Todos os fundos angariados são destinados à produção dos livros e à melhoria da sustentabilidade da nossa operação.
Obrigado por fazer parte deste processo e nos ajudar a melhorar a publicação de livros em Portugal.

quarta-feira, agosto 01, 2018

Henrique Dacosta sobre Tripas

No suplemento cultural Nordesía do 29 de xullo, Henrique Dacosta fala sobre Tripas (Belagua.2017)




segunda-feira, junho 04, 2018

Independencia de Alfonso Rodríguez (M Editora. 2018)

 
 
Independencia de Alfonso Rodríguez (Ourense. 1973)
Edita M. Editora
Independencia oportunista ou oportuna independencia?
“Non, eu non quero ser esa persoa unida por un cordón umbilical aos supostos nutrientes cos que nos "agasalla" ese ente enredante e global, neuronal, funcional que anexiona a todas as nosas almas nun todo simulando e situándonos por riba desa montaña máxica que é a nosa cadeira ou o noso sofá, as nosas mans…” Mans que só aloumiñan os fríos dispositivos e se quedan pegadas a eles…
Prezada palabra semellante á utopía a que titula este poemario e que o autor ten como arela que, claro está, non chega a ela máis que co seu desexo. Pero serve para tensar, ás veces, ata certos límites, soñando con rompelos tanto na vida como na mente.
Algo de humor e algún que outro xogo de palabras, a fartura de dependencias de todo tipo, certo intimismo, quizais a contraposición natureza/tecnoloxía e a crítica ao que vé, incluído él mesmo, configura en definitiva Alfonso Rodríguez este poemario oportunista.

quarta-feira, maio 09, 2018

Á deriva de Henrique Dacosta





Ainda ter, há agora mais de vinte anos, marchado de Ferrol, gosto de voltar a visitar, entre outras coisas, a costa de Trasancos. Acho que a cidade da minha infância e adolescência estará sempre comigo. Desde que estou fora, não consegui que nenhuma das cidades das que fui hospede fica-se na minha memória com a intensidade daquela na que nasci.
É por todo isto, e por outras moitas coisas, que gostei muito de ler os textos que Henrique Dacosta apresenta no seu, até hoje, último livro de relatos, publicado por Belagua. Á deriva recolhe espaços que conheço bem, acontecimentos que vivi com expectação. Nesse livro experimentei um retorno a um Ferrol cheio de lembranças. Todo com uma língua especialmente cuidada.
Mas não é um livro pensado só para nostálgicos da cidade, como posso ser eu, é um livro para quem queira ter outra visão diferente da que já tem, ou da que pôde ter-se formado ao achegar-se a preconceitos gestados desde há décadas. Ou mesmo é possível tratar a cidade como um espaço anônimo e imaginar que é qualquer outra urbe do país, ou mesmo de além das nossas fronteiras imaginárias. Porque nos relatos de Á deriva existem suficientes espaços em comum como para que qualquer pessoa possa sentir-se como nascida em Ferrol.     

sexta-feira, abril 06, 2018

Tripas no Faro da Cultura

No suplemento cultural do Faro de Vigo, Faro da Cultura do 22 de febreiro de 2018, saiu esta entrevista ao redor de Tripas.

Jaureguizar sobre Tripas

Artigo de santiago Jaureguizar sobre Tripas (Belagua.2017) aparecido no xornal El Porgreso o 9 de febreiro de 2018.