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terça-feira, março 13, 2007


como se tudo fóssil


como se fosse tudo caminhar assim
sem volta para o que permite ainda
que a perenidade seja estanque

como se fosse tudo andar colhendo
esperanças em meio as caatingas ou
frêmitos dois palmos e meio da lua

como se fosse tudo retardar o riso
para que a tristeza perdure em seio
farto diante de um olhar crispado

como se fosse tudo perceber o quanto
permitimos que o diagrama tempo se
mova diante do colossal e do finito

como se fosse tudo escrever poemas
vomitando nas teclas ou dedilhando
metáforas aos netunos do silêncio

como se fosse um deus sem reino e
sem demônios por perto para cozer
seus trapos

como se resistência fosse hábito



Hoxe, ao abrir o correio, descubrín dous poemas do compañeiro Lau Siqueira, dos que vos deixo mostra encima destas liñas.




Por outra banda, parece que hai quen ten problemas para atopar 'O alento da musa' nas librerías. Pra solventar ese problema, tod@s aquel@s que teñades problemas para adquirilo, poderedes mercarmo a min directamente, enviareivolo a casa sen custo a maiores.
no correo albertemoman[arroba]gmail.com.

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